sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Como Publicar seu Livro de Forma Independente pelo Amazon Kindle Direct Publishing

 A primeira coisa que vão falar para você sobre publicar um livro de forma independente é a questão da credibilidade. De acordo com a opinião de algumas pessoas, um autor só é levado a sério se tiver uma editora para referendar o seu trabalho.

Mas, se você chegou até esta página é porque está pouco se lixando para esse tipo de opinião. Então, vamos ao que interessa.

Se você tem um bom conteúdo, seja ele didático, técnico ou literário, de qualquer gênero (romance, poesia, crônicas, biografias) e quer publicar por uma plataforma de alcance global, a Amazon KDP é o melhor lugar para você.

Vantagens

1. É um serviço gratuito, em todas as etapas, sem exigência de compra antecipada de exemplares. Ou seja, você publica e entra quase imediatamente na lista de livros da gigante Amazon. Além do e-book, que está se consolidando na opção de leitura de um grande público, há a opção de fornecer uma versão impressa. E o melhor, você também não paga nada. Não é obrigado a comprar nenhum exemplar. O serviço trabalha com impressão sob demanda e é extremamente eficiente, não precisando impor a compra de nenhum exemplar por parte do autor. Aliás, este é o verdadeiro serviço de impressão sob demanda.

2. Burocracia quase zero. Isso mesmo. Você se cadastra na plataforma, informando seus dados, sobe seu conteúdo para o servidor do KDP, preenche os dados do seu trabalho e clica em um botão chamado publicar. Para quem mora no Brasil, isso chega a ser assombroso, pois estamos acostumados a enfrentar cotidianamente uma burocracia gigantesca para quase tudo que fazemos.

3; Tudo é resolvido on-line. Você não vai precisar assinar papeis impressos, muito menos lavrar coisa nenhuma em cartório. Você é autor, deve se preocupar em produzir e não ficar se desgastando com pendências jurídicas anacrônicas.

4. Seus direitos autorais são respeitados. Em momento nenhum você perde o controle sobre a sua obra. Você pode cadastrar e retirar do cadastro do KDP Ilimitado (serviço para assinantes que paga a você por página padronizada lida). Como o serviço é exclusivo para assinantes, a única exigência feita pelo KDP é que você não disponibilize o mesmo livro em outras plataformas (não faz sentido ser exclusivo para assinantes se estiver disponível para outras pessoas de fora).

5. Pagamentos mensais. Todo mês que houver vendas ou páginas lidas no programa KDP Ilimitado, o pagamento de royalties será feito, independente do valor. Isso mesmo. Há plataformas que só pagam se o saldo for igual ou superior a R$ 100,00 por exemplo. Lembre-se de que a adesão ao KDP Ilimitado é opcional.

Como se cadastrar?

Importante: se você já é cliente Amazon, pode entrar no KDP usando o mesmo login e senha de cliente. Para quem ainda não é cliente, os passos estão a seguir.

Você pode entrar no site do serviço KPD clicando aqui, ou, se preferir, pode pesquisar no Google por KDP e você achará o link: https://kdp.amazon.com/pt_BR/.

 

Dentro da página, você verá no lado direito superior os botões para entrar (para quando já tiver cadastro) e Inscrever-se, que é o que você usa quando vai se cadastrar no serviço.






Se mesmo depois de clicar em inscrever-se, você for direcionado para uma tela de login, você pode rolar essa tela para encontrar o botão Criar conta do KDP.



Ao clicar nesse botão, uma janela com um pequeno formulário será aberta, onde você colocará seu nome, seu e-mail e uma senha que precisará ser repetida logo abaixo (escolha uma senha forte e não a esqueça).

Formulário preenchido, você já pode acessar o KDP do ponto de vista de autor.

Alguns dados adicionais serão necessário, como dados fiscais, informações bancárias (conta em que a Amazon deverá depositar seus royalties), etc.

A plataforma é muito intuitiva e você não terá dificuldade em seguir as telas para publicação do seu trabalho.


Na parte superior, você encontra as opções Biblioteca (onde terá a lista de suas publicações), Relatórios (onde você acompanha suas vendas e páginas lidas no KDP Ilimitado), Comunidade (onde você pode participar de fóruns com outros autores independentes), e Marketing (onde algumas ações de marketing podem ser ativadas.


Logo abaixo, você verá a opção de Criar um novo livro, que pode ser um e-book, um livro de capa comum e, o mais novo serviço, livro de capa dura.


É possível também criar uma série de livros (como aquelas famosas trilogias).

Após clicar em um desses botões, você deve percorrer três etapas.


Etapa 1: Detalhes do e-book - aqui você deve preencher os dados como idioma, título, série (se for parte de uma série), número da edição, autor e outros colaboradores (se tiver, por exemplo: editor, fotógrafo, etc), descrição, confirmação sobre os direitos autorais, etc.


Etapa 2: Conteúdo do e-book - é onde você fará o up-load do miolo do seu livro, definir a capa, etc.


Etapa 3: Preço do e-book - nesta etapa você define o preço do e-book e esta é uma etapa crucial para os seus objetivos com relação ao público que quer alcançar ou ao público que você já possui. Caso não tenha ideia de qual preço definir, o melhor é fazer uma pesquisa sobre títulos semelhantes. Mas leve em consideração também sua expertise no assunto, se for o caso.


Percorridas as três etapas, você verá um botão com a palavra mágica: PUBLICAR.


E a mágica acontece. Claro, por questões de segurança, haverá um período de revisão automática de sua obra, mas depois seu livro estará disponível nas lojas da Amazon.


A finalidade dessa postagem foi ajudar uma pessoa como você a publicar livros de forma rápida, prática e vantajosa.


Observe, no entanto, que é sempre recomendado que você peça alguém para fazer uma revisão do texto para diminuir erros de digitação, por exemplo. E, claro, você deve sim registrar seu livro. Mas isso é assunto para outra postagem.


Um forte abraço e até breve!


segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Método de Gauss-Seidel no SCILAB

 O método de Gauss-Seidel é um método iterativo para resolução de sistemas de equações lineares. Embora seja de fácil implementação, a condição de convergência se limita a matrizes diagonais dominantes.

Aqui descrevo o código feito no Scinotes do Scilab 6.1.1. Optei por figuras, em vez de simplesmente colar o código aqui porque esse blog é dedicado a aprendizagem.

A primeira figura é basicamente o cabeçalho com as variáveis que serão utilizadas pela função criada pelo script. Você pode clicar sobre a imagem para ler melhor, se for preciso.

A função GS criada deve receber a matriz do sistema de equações e o tamanho do erro admitido, designados pelas letras m e eps, respectivamente.
Logo em seguida, l recebe o número de linhas da matriz e c, o número de colunas. Criamos duas matrizes auxiliares, a e b, vazias, inicialmente.

Na linha 8, iniciamos um laço que percorre as linhas seguido de outro laço que percorre as colunas da matriz (chamamos isso de laços aninhados). A função desses laços é simplesmente separar a matriz m em duas matrizes: a dos coeficientes e a dos termos independentes. Ainda temos as variáveis soma e converge, com valores 0 e 1, respectivamente. A variável soma será utilizada para acumular os valores dos coeficientes multiplicados pela respectiva incógnita, que é usada no isolamento da incógnita de interesse. A variável converge é para o caso de a matriz não ser diagonal dominante e a função emitir um alerta ao usuário.
Em if (++1) == c, temos uma verificação sobre a dimensão da matriz. Isto é, precisamos saber se o número de linhas mais 1 é igual ao número de colunas. Caso afirmativo, entramos no laço sobre as linhas aninhado com um laço sobre as colunas. Aqui temos o cuidado de percorrer c-1 colunas, pois a incógnita que está sendo isolada está em uma coluna que não deve ser contada. Para que a função ignore a coluna da diagonal, temos uma verificação: se i == j, a soma não sobre nenhuma alteração. Caso contrário, incrementamos seu valor com o valor absoluto da posição (i,j) da matriz dos coeficientes.
Logo depois do fechamento do laço condicional e do laço das colunas, temos uma verificação sobre a matriz ser ou não diagonal dominante. Se não for, o valor de converge é mudado para 0. A soma é novamente zerada e os laços condicional e das linhas são fechados.
Lembra do condicional sobre se a matriz tinha o número de linhas mais 1 igual ao número de colunas? Caso isso não seja verdade, a função muda o valor de converge para 0 e emite um alerta ao usuário. Depois do fechamento desse laço condicional, se o valor de converge não tiver mudado nas condições anteriores, a função inicia o bloco que vai efetivamente aplicar o método de Gauss-Seidel.
Primeiro criamos uma matriz coluna de zeros com o mesmo número de linhas da matriz m. A matriz auxiliar y recebe a matriz x e a mesma é apresentada na tela, pois será nosso vetor inicial. Temos dois laços aninhados pela frente, um percorrendo as linhas e outro percorrendo as colunas da matriz dos coeficientes. A variável soma é redefinida como zero e um laço condicional verifica se estamos num elemento da diagonal. Se for verdade, não faz nada. 
Se não for um elemento da diagonal, a soma é subtraído do valor da respectiva componente do vetor multiplicada pelo seu coeficiente no sistema original. Na linha 48, fora do laço das colunas, o valor de x(i,1) é atualizado - correspondendo ao seu isolamento na equação original. O vetor x atualizado é mostrado na tela pelo comando disp(x). Definimos, então, a variável cont, a matriz SX e a variável smax, que serão usadas adiante.
Entramos em um laço para calcular o erro relativo que percorre as linhas de x e de y, ou seja, o valor atual do vetor e seu valor antigo.
A variável smax recebe o maior valor entre as diferenças dos dois vetores. Daí, temos um laço que será repetido enquanto o erro for maior que o valor predefinido de eps. Na linha 59, fica claro que a variável cont será usada para saber quantas iterações foram executadas. Na linha 60, o vetor y recebe o x mais recente. Os próximos laços repetirão o processo de isolamento da componente da diagonal para cada linha. O bloco em branco no laço condicional indica que o elemento da diagonal não é considerado para o cálculo da soma. 
Na última figura, as linhas 68 e 69 encerram os laços condicional (mais interno) e das colunas. O vetor a componente i do vetor x é atualizada na linha 70 e o laço das linhas é fechado. O vetor x é mostrado novamente na tela, e outro laço calcula o erro relativo para que seja comparado com o valor de eps no laço while. O smax recebe o erro máximo e o laço while é fechado. O end na linha 80 fecha o laço condicional aberto na linha 35.
O fechamento da função é feito pela expressão endfunction. Precisamos salvar e executar o script para usá-lo a partir do console do Scilab.
Primeiro, escrevemos a matriz M, conforme a sintaxe da figura. Temos uma matriz que inclui a matriz dos coeficientes e os termos independentes.
Na linha nova do prompt, digitamos a chamada da função criada. Suas entradas são a matriz e o valor de eps. 
Com esses parâmetros, a função aplicará o método de Gauss-Seidel e retornará a resposta correta depois de 8 iterações. Como usamos uma matriz diagonal dominante, temos a convergência garantida. Veja o resultado na última figura, mostrando o vetor inicial e os vetores intermediários, obtidos em cada iteração.
Se ficou com alguma pergunta a fazer, basta comentar aí, ou me procurar pelo Facebook ou Instagram: @marcospinnto.


quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Gravar Áudio do PC usando o Audacity no Windows 10

 Você quer fazer com que o software Audacity capture som direto do seu PC? Então, vou direto ao ponto. Primero, saiba que o procedimento foi realizado no Windows 10, mas em outras plataformas o procedimento deve ser, pelo menos, parecido.

1. Clique com o botão auxiliar do mouse (direto par destros) sobre a figura Alto-Falantes e  Escolha a opção Abrir Configurações de som.


2. Desça até a seção Entrada e troque a opção atual de entrada pela Mixagem estéreo. Se ela não estiver presente, vá para o passo 3. Se estiver, pule para o passo 5.

3.  Caso a opção Mixagem estéreo não esteja presente, clique no link para Gerenciar dispositivos de som. Em seguida, verifique que a Mixagem estéreo está desabilitada.

4.  Clique sobre o item Mixagem estéreo e, depois, sobre o botão Habilitar.

5. No Audacity, mude a entrada para Mixagem estéreo.


Eu segui exatamente esses passos e consegui gravar os sons diretos do meu notebook. Espero que você também consiga.
Abraço e até breve!


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Preço Médio de Ações na Bolsa de Valores

 Uma dúvida muito frequente para investidores iniciantes é o chamado preço médio das ações negociadas. Aqui eu mostro alguns exemplos para que você aprenda a calcular o preço médio de forma fácil e rápida.

Na primeira parte, vamos entender os cálculos, que você pode fazer usando até a calculadora do celular. Na segunda parte, vamos ver como escrever uma fórmula em uma planilha de cálculo como o Excel ou o Calc.

PRIMEIRA PARTE

Primeiro exemplo: digamos que um investidor tenha comprado dois lotes de ações PET4, o primeiro a 27,08 e o segundo a 27,62. Cada lote padrão tem 100 ações, portanto, temos de multiplicar cada valor por 100 para obter o custo total de cada lote. Falta incluir, para cada lote, o custo da operação.

Na nota de corretagem, estão discriminados os custos com emolumentos, taxa de liquidação e os custos operacionais. O total de custos deve ser adicionado ao valor pago pelas ações, pois isso será importante para que o investidor calcule corretamente o seu lucro ou o seu prejuízo.

Digamos que os custos com o primeiro lote e com o segundo tenham sido, respectivamente, 10 e 10,50. Teremos como preço médio:

(100 x 27,08 + 10 + 100 x 27,62)/(100 + 100) = 27,40.

Segundo exemplo: Compra de 5 cotas de um fundo imobiliário por R$ 150,00, mais 10 cotas por R$ 145,00 e mais 5 cotas por R$ 148,00. Se houver custos, eles devem ser adicionados. Vamos supor, neste exemplo, que o investidor seja isento dos custos. O preço médio ficaria:

(5 x 150 + 10 x 145 + 5 x 148)/(5+10+5) = 147,00.

Terceiro exemplo: (comprou, vendeu, recomprou) neste exemplo, o investidor comprou 100 ações XXX4 por R$ 800,00, mais 200 por R$ 1.800,00 e mais 100 por R$ 1.000,00. Depois, ele vendeu 200 por R$ 2.200,00. Por fim, ele comprou novamente 200 ações por R$ 1.900,00 Note que já informei o preço total de cada compra, de onde podemos obter o preço unitário, caso queiramos.

Precisamos calcular o preço médio nas três compras iniciais. Vamos desconsiderar aqui os custos da operação apenas para simplificar os cálculos.

Preço Médio Inicial = (800 + 1800 + 1000)/400 = 9,00.

Com a venda, o preço médio não muda. Mas, depois da recompra, é preciso calcular o novo preço médio.

Novo Preço Médio = (9 + 9,50)/2 = 9,25.

O 9,50 é o preço unitário da última compra. Daí, bastou adicionar esse valor ao preço médio antigo e dividir por 2.

SEGUNDA PARTE

Agora, vejamos como ficaria uma fórmula em uma planilha de cálculo.


Na figura, repare nas letras acima das colunas e nos números na extremidade esquerda das linhas. Esses dois elementos nos darão o endereço de cada célula. Célula é como chamamos o encontro entre uma coluna e uma linha em uma planilha.

Normalmente, empacotamos, ao máximo, nossos cálculos, para torná-los mais fáceis de revisar e corrigir eventuais erros. Dessa forma, separamos uma coluna para as quantidades, outra para o preço unitário e outra para os custos da operação. O total na linha 2 é dado pela fórmula:

=B2*C2+D2.

O sinal de igual sempre inicia uma fórmula, seja no Excel, no Calc ou nas Planilhas Google. Para os totais nas linhas 3 e 4, basta trocar o 2 por esses números, na sua respectiva posição.

Os totais da coluna Quantidade e da coluna Total são calculados, respectivamente, pelas fórmulas predefinidas:

=SOMA(B2:B4)

=SOMA(E2:E4)

A fórmula SOMA efetua a soma dos valores desde a célula antes dos dois pontos até a célula depois dos dois pontos. Seria o mesmo que fazer =B2+B3+B4 na coluna de Quantidade, por exemplo.

Por fim, o preço médio é calculado por:

=E5/B5

Lembre-se de que todos os exemplos dados são hipotéticos e não devem ser entendidos como recomendação de investimento sob nenhuma ótica.

Você pode calcular o preço médio nesta página: CPMEDIO.

Média Móvel*: que bicho é esse?

 A média móvel se tornou popular por conta da pandemia de 2019 até 2021 (ainda estamos nesta no ano de lançamento desta edição…), infelizmente. Mas, ela é uma velha conhecida do mercado financeiro, sendo usada para indicar tendências de subida ou de queda de ativos ao longo do tempo.

Seu funcionamento básico é bastante simples e basta que você o compreenda para entender todas as suas variações.

Imagine que você está contando o número de pessoas que veem seus vídeos por dia. Hoje, você pode calcular a média, digamos, das visualizações nos últimos 5 dias. Mas, amanhã, os 5 dias serão outros, concorda? O que você precisa fazer? Isso mesmo, pegar a nova quantidade de visualizações e deletar a mais antiga.

Veja uma ilustração:

Dia mais antigo

2º dia

3º dia

4º dia

5º dia

Dia novo

Sua primeira média seria igual a

(Dia mais antigo + 2º dia + 3º dia + 4º dia + 5º dia)/5

Sua segunda média seria igual a

(2º dia + 3º dia + 4º dia + 5º dia + Dia novo)/5

Sua média está “se movendo” para a frente, de acordo com a passagem do tempo. Cada média calculada pode ser anotada para gerar o gráfico da média móvel.

* Este texto foi extraído na íntegra do livro ESTATÍSTICA BÁSICA para quem não é especialista.

sábado, 10 de julho de 2021

Google Classroom e as dúvidas de alguns professores

 No ano de 2021, pandemia parte 2, as aulas remotas continuaram e a plataforma da gigante Google continuou sendo uma das mais usadas no Brasil. Como ocorre com toda nova ferramenta, surgiram dúvidas, tanto por parte de alunos e alunas quanto por parte de professores.

Listo aqui algumas das dúvidas que chegaram até mim, no papel de mentor, ou mesmo por meio de terceiros.

  1. Como abrir uma nova turma? É. Eu sei que parece fácil, mas, como falei, tudo o que é novo provoca dúvidas e é natural que para alguns uma coisa pareça elementar enquanto que para outras é algo muito obscuro. Para abrir uma nova turma, estando no ambiente Classroom, basta clicar no sinal de soma (+), perto da sua foto de perfil, e escolher Criar turma. A configuração depende, claro, das características da turma, então, você preenche nome, seção, assunto e sala, de acordo com a finalidade. Ah!, se antes surgir um aviso sobre se você está usando a ferramenta para aulas em uma escola, é porque a conta que você está usando é a pessoal e não a institucional (criada pela sua escola). No entanto, podem-se criar turmas com contas pessoais, marcando a caixa de seleção com o aviso de ciência.
  2. Como gerar um link permanente para o Meet? Se o seu perfil já é institucional, o link já aparece no topo do mural da turma. Você só precisa configurar para que ele não fique visível para a turma, caso assim deseje (falo adiante sobre isso). Caso seja uma conta pessoal, você também pode criar o link no próprio Meet (criar link para depois) e postar no mural da turma.
  3. Por que deixar o link do Meet oculto para a turma? Quem inicia a chamada pode gravar o encontro, entre outras coisas. Imagina se um aluno ou uma aluna resolve bagunçar o encontro e se negar a iniciar a gravação ou fazer coisa pior? Se você não quiser correr riscos dessa natureza, deixe o link oculto.
  4. Como criar uma atividade? Olha, você até pode usar os meios mais antigos, como pedir para enviar por WhatsApp, ou por e-mail, mas dentro do Classroom fica tudo muito mais organizado, inclusive o lançamento de nota, a entrega dos arquivos. Para criar uma nova atividade, basta colocar na aba de atividades e clicar no botão Criar. Você pode criar uma atividade simples ou uma atividade com teste. Dentro de cada atividade, você terá acesso às principais ferramentas de apoio para atividades (desenho, planilha, documento de texto, formulário) e também pode inserir materiais distintos (arquivos de vários formatos, links, YouTube, pasta do drive, etc). Você ainda pode configurar a pontuação pela atividade e definir a data de entrega, entre outras coisas.
Essas foram as quatro dúvidas que mais se repetiram. Claro, ao longo do uso, muitas dúvidas surgem, mas você sempre pode usar o suporte do Google ou perguntar a alguém próximo. Se preferir, pode comentar sua dúvida aqui no LETIONARE. Teremos prazer em responder.
Forte abraço e até breve!