terça-feira, 31 de maio de 2016

StudenTub

O StudenTub, aquele estudante que usa o Youtube como principal fonte de estudos, tem um desafio a mais: resistir aos vídeos apelativos que são sugeridos junto com vídeos instrucionais.

Na foto abaixo, diversos vídeos sobre o tema estudado são sugeridos. Mas, no meio deles, um vídeo polêmico é inserido. Se o estudante cair na cilada, lá vão embora preciosos minutos do seu tempo de estudo.


Preste atenção na segunda linha da primeira coluna de vídeos sugeridos ao final de um vídeo sobre iteração linear. Dois atores muito famosos estão nele. Ao lado da tela principal, o mesmo vídeo é sugerido como segunda opção em meio a diversos vídeos instrucionais.

Há quem ignore completamente o vídeo, mas há muitos que irão clicar nele, só por curiosidade, e depois em outro, em outro... e lá se foi um dia de estudo pelo ralo cibernético da rede.

--------------------------------------------- *** -----------------------------------------

sábado, 26 de março de 2016

Iteração Linear

O método da iteração linear se aplica na solução de equações não lineares, mas com algumas restrições. A condição de convergência, por exemplo, é bastante limitada e a definição de um intervalo para o atendimento dessa condição pode não ser muito fácil de ser obtido. Além disso, claro, a função auxiliar, g(x), definida com base na equação original, não é única e não temos aqui uma maneira de construí-la de forma a garantir a convergência do método.

O vídeo abaixo aborda a técnica por meio de um exemplo clássico, no qual é relativamente fácil descobrir o intervalo em que g(x) atende a condição de convergência. No entanto, o passo iterativo não mostra a atualização necessária da aproximação anterior.
[EDIÇÃO EM 2021]
O referido vídeo foi retirado do canal, por isso, não consta mais aqui.



[FIM DA EDIÇÃO]

O passo iterativo ficaria assim:

No Scilab, resolvemos o mesmo problema com o seguinte script:


O script é bastante pequeno, de forma que sua digitação irá requerer poucos minutos. Eu aconselho fortemente a digitação do script para melhor compreensão linha a linha do mesmo, em vez de simplesmente copiar e colar.

Em caso de dúvidas, entre em contato!

Até breve.


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Aprendendo a Aprender

Este post é apenas para recomendar um outro post que encontrei na página do professor Leandro Piccini. Visite, leia e pratique. Garanto que os resultados vão aparecer.

http://estudareaprender.com/aprendendo-inteligencia-7-ensinamentos-do-prof-pier/

Depois, volte para me dizer o que você achou.

Boa leitura!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Cálculo Diferencial e Integral: por que aprender

Sabe aquela sensação de estar perdendo tempo estudando cálculo? Se a resposta for sim, então você realmente deve estar desperdiçando seu tempo. Isso porque ninguém estuda com qualidade qualquer coisa que pré-julgue negativamente.

Certa vez, mais ou menos em 1927, um rapaz perguntou ao professor de cálculo para quê serviam aqueles conhecimentos. Bom, essa é uma pergunta que deve se repetir diversas vezes, não apenas nas disciplinas de matemática, mas principalmente nelas, porque são difíceis de aprender. Logo, o custo de tempo e de empenho intelectual por parte do indivíduo devem ser maiores do que os de tantas outras disciplinas.

Assim como quem compra um bem e o acha caro, o sujeito que se vê diante do fato de precisar aprender cálculo diferencial e integral, quer saber: se vou investir nisso, que benefícios isso pode me trazer?

Então, nada mais justo do que informar aquele rapaz do segundo parágrafo que o cálculo diferencial e integral é simplesmente a porta de entrada para um vasto universo de conhecimento que já resolveu, resolve e ainda vai resolver os mais intrincados problemas em ciências (física, química, biologia, etc), engenharias (naval, aeroespacial, nuclear, etc), medicina, música, dança, economia, ciências sociais, psicologia, educação e até na própria matemática.

Ah... mas isso tudo ainda é inalcançável àquele ansioso rapaz do parágrafo segundo. E agora?



De volta ao dilema: aplicações simples que o rapaz possa compreender são apenas ilustrações que na prática não serão úteis; aplicações práticas utilizadas no mundo real são complexas demais para ele.

Então, como poderíamos ajudar aquele pobre rapaz a desenvolver algum entusiasmo por aquela matéria?

Primeiro de tudo, vamos ver como o sistema tem funcionado até agora por meio de uma analogia: somos alguém com uma ferramenta na mão procurando um objeto onde utilizá-la. Mas, deveríamos ser alguém com um objeto para o qual devêssemos desenvolver uma ferramenta (ou pelo menos descobrir essa ferramenta). Entendeu?

Bom, em 1927, aquele rapaz realmente teria algumas limitações para conseguir respostas por conta própria. Mas, no dia que escrevi este texto, estamos no século XXI, em 2016, com diversos dispositivos eletrônicos de busca disponíveis em uma imensa rede conectada mundialmente. Logo, se ainda há um sujeito que faz perguntas como a daquele rapaz de 1927, apresente a ele uma coisa chamada Google (rsrs). Brincadeira!

[Editado aos 28/09/2020]
Por questões de honestidade, sempre que edito uma postagem, informo ao leitor. 
Nesta parte, havia alguns links para sites com aplicações interessantes do cálculo.
Infelizmente, fui obrigado em retirá-los desta página.

Mas você pode encontrá-los facilmente em uma pesquisa sem propagandas no mecanismo de busca chamado duck duck go.

Abraços! 
[fim da edição]

Boa leitura, e volte sempre!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Agindo como Profissional

Um profissional, seja de que ramo for, muitas vezes é arrastado por sentimentos pessoais durante o desempenho de suas atividades. Em geral, o profissional, que deveria ser imparcial, é manipulado pela pessoa que é, carregada de preconceitos, preferências e vontades. Então fica o profissional prejudicado pela pessoa e a pessoa pelo profissional.

A isso chamo de incongruência entre pessoa e profissional. Mas, não há anormalidade nisso. O que falta ao profissional é a devida capacidade de separar-se do seu eu pessoa. Quando isso ocorre, muito provavelmente haverá algum tipo de injustiça.

Vamos a um exemplo. Uma jovem, conhecida minha, participou de uma seleção em certo escritório. Ela tinha melhor preparo que os demais candidatos e candidatas. Seu currículo preenchia cada requisito para a vaga. Mas, ela não foi selecionada. E, não o foi por um motivo claramente pessoal dos executores da seleção: eles acharam-na "bonita demais para o cargo". Se apenas os critérios profissionais tivessem sido levados em conta, certamente ela seria a primeira colocada na seleção. Mas, aquelas mentes carregadas de preconceito contra a mulher - e especialmente contra mulheres bonitas - seriam um obstáculo intransponível para  aquela jovem.

Diversos outros exemplos podem ser dados dentro de várias empresas e outras instituições. Um sujeito que tem algumas migalhas de poder nas mãos, levado por sentimentos abnóxios, decide prejudicar da maneira que puder aquele indivíduo com quem ele não tem boas relações pessoais. Ou porque acha o outro sujeito arrogante, ou porque o outro não lhe é subserviente e bajulador, ou mesmo por inveja ou outro motivo que o classifique como zureta, o detentor do pequeno poder resolve trovejar contra aquele.

Mas, no mundo profissional, todos estamos sujeitos a suportar o mau profissional. No entanto, não somos obrigados a agir como eles, empobrecendo o nosso trabalho e enodoando a nossa profissão.

Por isso, meu caro, antes de agir, pense: "estou agindo por motivos estritamente profissionais?"

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Educação e Castigo

A educação no Brasil vai mal, não é novidade nenhuma. Mas, onde está de fato a raiz deste mal?

Observando os discursos de diversos segmentos da nossa sociedade, e as ações que adotamos no dia-a-dia, podemos ter uma pista.

O nosso descaso por educação está impregnado nas frases, nas atitudes, e nas omissões de cada um de nós.

No dia 12 de abril de 2015, em uma reportagem do Fantástico, uma adolescente afirmou que os castigos que os seus pais lhe aplicavam, costumeiramente, eram dois: repetir as tarefas do colégio e ler e resumir um livro. O que isso significa? Qual é a mensagem que está sendo dada?

A mensagem é curta e grossa: estudar é um castigo. Ler é uma tarefa punitiva e não um momento de prazer.

(postado primeiro em: http://oquefoidito.blogfree.net/?t=5110173)

sábado, 5 de dezembro de 2015